"As palavras são, na minha humilde concepção, nossa inesgotável fonte de magia."
Albos Percival Wulfric Brian Dumbledore, HP7.
Estava com inúmeras ideias de post para essa página, tão cheia de aranha ultimamente, mas, elas ocorrem em momentos inoportunos, dos quais estou tão desprevenida quanto um estrangeiro nesse clima louco em São Paulo. Na verdade, sempre ando com caderno, mas, expor em papel e caneta tudo que me vem a mente, é incredulamente, mais difícil pra mim. Já tentei, várias vezes, e não obtive sucesso em nenhuma das ocasiões. No papel&caneta, tenho a sensação que o único "público alvo" será somente eu (e isso é verdade), o que atrapalha demasiadamente na concentração e criação de novos textos.
A inspiração momentânea se dá, por uma brisa de verão que jamais retornará. Mesmo que venham outras tantas brisas, não será a mesma, e as ideias também não. A sensação é quase como que se tivesse perdido os números corretos da mega sena, sensação de que sua vida poderia mudar com aquele tema, com aquele texto, com aquele assunto...
São tantos assuntos, tantos argumentos, tantos diálogos possíveis, mas, ultimamente há, um déficit de amigos interessados no mesmo assunto. Talvez, creio, que seja porque, fomos educados inconscientemente a deixar essas "brisas de verão" passarem, para que, não nos delongássemos com ela. Bobagem, balela.
A experiência sempre é válida. Mesmo que seja somente para aquela tarde com uma roda de amigos, é válida da mesma maneira. O que se faz com essa experiência, é o diferencial. Cabe a ti, e tão-somente a ti, decidir o que fazer com toda essa bagagem.
Graças a inúmeras brisas vividas e curtidas, hoje me sinto a vontade para expor minhas ideias e publicá-las nessa página. Talvez, amanhã, escreva um livro. Nunca se sabe. Nunca saberemos ao certo, quando essa brisa retornará e quais ideias nos trará.
Albos Percival Wulfric Brian Dumbledore, HP7.
Estava com inúmeras ideias de post para essa página, tão cheia de aranha ultimamente, mas, elas ocorrem em momentos inoportunos, dos quais estou tão desprevenida quanto um estrangeiro nesse clima louco em São Paulo. Na verdade, sempre ando com caderno, mas, expor em papel e caneta tudo que me vem a mente, é incredulamente, mais difícil pra mim. Já tentei, várias vezes, e não obtive sucesso em nenhuma das ocasiões. No papel&caneta, tenho a sensação que o único "público alvo" será somente eu (e isso é verdade), o que atrapalha demasiadamente na concentração e criação de novos textos.
A inspiração momentânea se dá, por uma brisa de verão que jamais retornará. Mesmo que venham outras tantas brisas, não será a mesma, e as ideias também não. A sensação é quase como que se tivesse perdido os números corretos da mega sena, sensação de que sua vida poderia mudar com aquele tema, com aquele texto, com aquele assunto...
São tantos assuntos, tantos argumentos, tantos diálogos possíveis, mas, ultimamente há, um déficit de amigos interessados no mesmo assunto. Talvez, creio, que seja porque, fomos educados inconscientemente a deixar essas "brisas de verão" passarem, para que, não nos delongássemos com ela. Bobagem, balela.
A experiência sempre é válida. Mesmo que seja somente para aquela tarde com uma roda de amigos, é válida da mesma maneira. O que se faz com essa experiência, é o diferencial. Cabe a ti, e tão-somente a ti, decidir o que fazer com toda essa bagagem.
Graças a inúmeras brisas vividas e curtidas, hoje me sinto a vontade para expor minhas ideias e publicá-las nessa página. Talvez, amanhã, escreva um livro. Nunca se sabe. Nunca saberemos ao certo, quando essa brisa retornará e quais ideias nos trará.
- sinto a mesma coisa em relação a caneta e papel >>> Fail , somente eu serei o publico ..
ResponderExcluirPior sensação! kkkkkkkk
ExcluirPor mais que eu ame escrever em papel e caneta, assim não dá :/