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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Politicamente incorreto

Não é nada fácil tentar falar sobre esse assunto. Adiei por dias, talvez semanas, mas, uma hora não aguentamos e falamos mesmo.

Tal assunto merece atenção. Muita atenção, mesmo. Mas, como despertar a atenção do povo, da população (poucos sabem que esses termos não são pleonasmo) se, tudo é tão chato e repetitivo?

A chave para isso, é a educação, com certeza. Discorda? Então, me diga, porque uma educação tão precária para o nosso país emergente, se o imposto é absurdamente caro? Porque então, o transporte público é precário, se pagamos tão caro o IPTU, o IPVA, os alimentos, as vestimentas, as regalias da modernidade? Porque com 4mil reais eu compro um PS4 aqui no Brasil, e com o mesmo valor eu vou pra Orlando e compro um por lá?

A tributação de imposto é necessária? Claro que é! Mas, imposto abusivo não!

Não sabe porque aquele suado dinheirinho não dá pra nada no fim do mês? Tenho uma dica, da qual você vai discordar, porque, prefere acreditar que o teu chefe que é "muquinha" e não quer dar o aumento que tanto quer, para sustentar teus gostos super caros. Mal sabe você do tanto de imposto que esse teu chefe tem que pagar...

Talvez se mais pessoas pudessem se interessar, talvez, quem sabe, o país não estaria de outro jeito? Sei que muitos dizem isso, e confesso que por muitos anos pensei da mesma maneira que você: "Awn, que baguio chato, muda de canal!" ou "Que inferno, não vejo a hora desse horário eleitoral terminar para que possa voltar ao horário normal da minha novela". Até que um dia, um belo dia, tudo mudou. Pra falar a verdade, é um processo intenso para mudar esse tipo de opinião, e eu ainda estou em "fase de conclusão". Mas, vamos lá.

Percebi logo após entrar na faculdade que, ao invés de me queixar sempre do horário político deveria sentar e assistir. Exatamente, sentar e assistir. Descobri, ao fazer isso, a raiz do problema. E que problema!

Existe toda uma filosofia por trás da campanha eleitoral do qual poucos desconhecem. Os candidatos se aproveitam do desinteresse da população e estabelece diretrizes para convencê-los de que, ao votar nele, algo grandioso vai acontecer na vida daquela sociedade, porque, somente ele pode fazer isso. Mas, como vemos, não é bem isso que acontece. E se acontece tem um preço enorme a se pagar.

É um eterno ciclo, do qual muitos estão incomodados demais para sair dele, e já que o patrão tá bancando a condução do intermunicipal, não tem porque reclamar, não é mesmo?

Comodismo extremo. É esse o adjetivo que descreve a população. O povo... bom, o povo é daquele jeito que todo mundo conhece né? Pois é..

Outra questão da qual discordo é sobre a mídia dizer quem são os "principais concorrentes". Não existe isso. Nunca existiu! Quer dizer, existe para aqueles desinteressados, desinformados, que acreditam que, devem seguir a risca o que aquela pesquisa diz, e votar em determinado candidato, mesmo ele sendo um "bandido corrupto". Acredito que, tais pesquisas prejudicam a corrida eleitoral, e influencia e muito em quem aquele cidadão desinteressado vai votar, afinal, poupou o trabalho d'ele ter que pesquisar quem são os candidatos para determinado cargo, e agora que só resta os "principais", basta apenas escolher aquele que possui o sorriso mais bonito, que abraça mais "gente da gente" e que promete coisas das quais não irá cumprir (ou começa a fazer quando já está no final do mandato, pra ter a desculpa de que, se reeleito, poderá dar continuidade nas obras e assim beneficiar a sociedade).

Imagina que louco se todo mundo se preocupassem com o que esses caras falam? Imagina que louco, uma nação interessada no bem estar dela? Imagina que louco?

São ideias expostas aqui, que podem não ser interligadas, mas, que se você parar pra pensar, tem tudo a ver!

A solução para tudo isso? E-S-T-U-D-O! A massa, só é dominante, quando ela é ignorante!
Experimenta saber alguns dos procedimentos, que verá, a sua vida mudará. Acredite.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Magia inesgotável da vida

 "As palavras são, na minha humilde concepção, nossa inesgotável fonte de magia."
 Albos Percival Wulfric Brian Dumbledore, HP7.

Estava com inúmeras ideias de post para essa página, tão cheia de aranha ultimamente, mas, elas ocorrem em momentos inoportunos, dos quais estou tão desprevenida quanto um estrangeiro nesse clima louco em São Paulo. Na verdade, sempre ando com caderno, mas, expor em papel e caneta tudo que me vem a mente, é incredulamente, mais difícil pra mim. Já tentei, várias vezes, e não obtive sucesso em nenhuma das ocasiões. No papel&caneta, tenho a sensação que o único "público alvo" será somente eu (e isso é verdade), o que atrapalha demasiadamente na concentração e criação de novos textos.

A inspiração momentânea se dá, por uma brisa de verão que jamais retornará. Mesmo que venham outras tantas brisas, não será a mesma, e as ideias também não. A sensação é quase como que se tivesse perdido os números corretos da mega sena, sensação de que sua vida poderia mudar com aquele tema, com aquele texto, com aquele assunto...

São tantos assuntos, tantos argumentos, tantos diálogos possíveis, mas, ultimamente há, um déficit de amigos interessados no mesmo assunto. Talvez, creio, que seja porque, fomos educados inconscientemente a deixar essas "brisas de verão" passarem, para que, não nos delongássemos com ela. Bobagem, balela.

A experiência sempre é válida. Mesmo que seja somente para aquela tarde com uma roda de amigos, é válida da mesma maneira. O que se faz com essa experiência, é o diferencial. Cabe a ti, e tão-somente a ti, decidir o que fazer com toda essa bagagem.

Graças a inúmeras brisas vividas e curtidas, hoje me sinto a vontade para expor minhas ideias e publicá-las nessa página. Talvez, amanhã, escreva um livro. Nunca se sabe. Nunca saberemos ao certo, quando essa brisa retornará e quais ideias nos trará.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

De repente 20!

Para muitos, pode parecer uma coisa louca. Para outros, falta do que fazer. Mas a verdade é que, a cada 1º de janeiro faço as contas pra ver quantos dias faltam para o meu aniversário. Todo ano, mesmo ritual. É uma condição irreversível, e uma atitude que se nega em não marcar presença na minha vida.

São exatos 203 dias antes do dia que mais espero no ano. Costumo pensar que são 203 dias para se fazer a diferença, antes de completar mais um ciclo.

Este ano me surpreendeu. A espera foi menos angustiante, os dias passaram muito mais rápido e o amadurecimento foi inevitável.

Hoje, após uma semana desse dia tão esperado, posso abordar melhor sobre "A magia dos 20".
É uma sensação estranha, totalmente diferente de tudo o que você já sentiu, e com certeza, não chega nem perto da "emoção dos 18" (aliás, aos 18 anos você é a mesma pessoa, sua vida continua a mesma, só que, com 18 anos e uma responsabilidade a mais, já que tem que ir às urnas). O mundo cai. As responsabilidades lhe apavoram. As pessoas lhe veem com outros olhos. "Errar" é umas palavra que cada vez mais é menos frequente e permissível nos teus dias.

Não é nenhum bicho de 7 cabeças cuspindo fogo. É um bicho de 7 cabeças cuspindo fogo e voando em sua direção todos os dias desde o primeiro instante dos '20'. Pra ser sincera, é uma emoção tão surreal que, lhe dá vontade todas as manhãs de acordar e fazer diferente do dia anterior. Bizarro? Eu sei, estou aprendendo a lidar com isso ainda, mas, uma coisa que é nítido: as pessoas começam a depositar muito mais confiança em você para realizar atividades que, aos 15, você não fazia ideia disso, e esta emoção é impagável.

Deve ser por isso que dizem que os anos passam voando nessa fase da vida. A emoção é tanta que somente 24h não são necessárias para desfrutá-la. É preciso muito mais tempo, e não o sentimos passar.


Uma dica? Viva. Mesmo que seja pra solucionar problemas, ou passar horas entediantes no trânsito, mas, viva. Não temos tanto tempo assim pra ficar escolhendo quando queremos realmente viver, então, comece desde já.

É isso.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Procedere!

Procedere (latim= pro+cedere): seguir adiante!


É difícil, em determinadas circunstâncias, lidar com a mudança. Sair da 'zona de conforto' e conhecer o novo pode ser uma tarefa fácil, para quem está acostumado, mas, para quem não está é uma verdadeira batalha espartana (ou não, às vezes não é tudo isso).
No mundo profissional não é diferente. É difícil ter que sair de um determinado local de trabalho onde fora muito bem recepcionado para ir para um outro local com uma proposta promissora, pois, o novo é desconhecido, e tudo que não conhecemos, temos tendência a temê-lo.
Pela primeira vez eu senti esse medo. Na verdade, ela já vinha me assombrando, pelo simples saber de sua existência, mas, hoje ele realmente está mostrando o teu poder. Há uma explicação (não) lógica para tudo isso. Vejamos:
Eu TIVE que sair do meu primeiro emprego. No segundo, saí porque surgiu uma oportunidade de estágio... Claro, nos arrependemos de determinadas decisões, e ir para esse estágio foi uma dessas. Para consertar toda a burrada, consegui um outro estágio. De início, vi esse novo local de aprendizado como uma salvação para a trezepada realizada, e, realmente foi. Nesse estágio aprendi tudo o que esperava, e com certeza tudo o que não esperava aprender de um órgão público. Aprendi que não são todos os funcionários públicos que não trabalham; que nem todos são mal humorados; e que nem todos fazem jus ao mito que "funcionário público é RYCA$$O". Aprendi que o funcionário público de verdade é aquele que faz por amor o teu trabalho mesmo que a remuneração no fim do mês não seja de acordo com teu esforço, que faz inúmeras pesquisas só para ter total certeza do que está fazendo, que festeja os ótimos resultados do trabalho em grupo, e tantos outros ensinamentos que, se fosse enumerá-los, esse post seria o maior de todos.

POIS BEM...

É desse lugar de aprendizado maravilhoso que me despeço com muito pesar. Aqui vi um porto seguro onde poderia abordar sobre inúmeras questões. Foi aqui que criei um vínculo muito bom com meu supervisor, e hoje o considero como um amigo. Aqui foi despertado meu imenso amor pela preservação do meio ambiente. Aqui aprendi a ser mais responsável. E é daqui que levarei as melhores lembranças desse período de aprendizado chamado "estágio não obrigatório".

Obrigada.



sábado, 10 de maio de 2014

Acasos ocasionando alegrias!

"O acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído"...

Acredita que uma pequena decisão pode mudar toda a sua vida, ou, acha que tem de haver sempre um planejamento do começo ao fim?

Na última quinta-feira, ao voltar de uma audiência com meu chefe e uma colega de trabalho historiadora, meu chefe perguntou como fui parar na Secretaria de Cultura.. Foi uma simples pergunta, mas, desencadeou inúmeras outras perguntas que, antes adormecidas, agora estarão aqui expostas em forma de mais uma visão leonina das coisas (rs).
Na hora, a primeira coisa que me veio e que respondi, foi que sempre gostei de cultura, então achei a vaga interessante.. Mas, logo após me recordei que, a Secretaria de Cultura era minha segunda opção para estágio naquela época (não vou me recordar ao certo qual era a primeira).

Uma coisa que me fez refletir também, foi que, por um EXTREMO ACASO eu conheci meu melhor amigo/namorado... Estava "pescando" sites de jogos pela internet no final de 2011, vi o anúncio do Guerra Khan, e por pura curiosidade (e muita falta do que fazer, afinal, estava desempregada) decidi experimentar o jogo... Mal sabia que alguns meses mais tarde faria amizade com uma pessoa incrível, e que, hoje estaria em um relacionamento com ela..

Outro exemplo de acaso? Meu primeiro emprego! Exatamente! Me mudei para Santana de Parnaíba em fev/2010 e dois meses depois uma colega me perguntou "hey Sabrina, quer trabalhar na Natura? Me passa seus dados tudo certinho" e eu passei... Cinco meses depois estava lá assinando meu primeiro contrato de trabalho!

E, graças ao meu primeiro emprego, é que pude decidi qual a profissão que eu queria pro resto da minha vida!
Claro que, ao entrar na faculdade, não fazia a menor ideia de onde tinha me metido, e muito menos o que queria ser.. Tinha uma obsessão incessante pela magistratura, porém, graças ao meu estágio na Secretaria de Cultura, muita conversa com meu chefe, a rotina e, principalmente a última audiência assistida, é que pude decidir com toda a certeza que, o que eu realmente quero é Promover a Justiça! Instaurar inquéritos civis, emitir ofícios, ministrar audiências, reuniões, falar ao juiz todos os fatos levantados e convencê-lo de qual é a melhor forma de praticar a justiça!

Não dispenso o bom e velho planejamento de vida, mas, são pequenas decisões que tomei em um determinado momento, que, hoje eu as apelido de "acasos"; que me fizeram ter a mente de hoje e um "plano diretor" pra colocá-lo em prática.

E você? Qual o seu acaso ocasionador de alegrias?

terça-feira, 22 de abril de 2014

Verdade seja dita!

Quem nunca pronunciou tal frase?

Quem nunca desejou viver num mundo que fossem proliferadas verdades?

Mas, afinal de contas, o que é a verdade e, consequentemente, a mentira? O que é/seria para você viver em um mundo de mentiras? O que é/seria pra você viver em um mundo de verdades?

Tais verbetes nos trazem duvidosos pensamentos. É difícil (o que significa dizer que não é impossível) viver num mundo com somente verdades proliferadas aos quatros cantos deste planeta. Imagina você, pai/mãe/responsável legal dizendo pra uma criança de 4 anos que acabara de ver um comercial de natal, alegar que o bom velhinho não existe?
Essas pequenas mentiras contadas para essas crianças, são de certa forma, necessárias para o crescimento saudável delas. Porém tem de tomar cuidado para não desenvolver um lado mentiroso que irá lhe dominar pro resto da vida, ou desenvolver este lado mentiroso que irá dominar alguém pelo resto da vida.

Nas circunstâncias atuais temos 2 tipos de vida: vida de verdades com inúmeras mentiras, e a vida de mentira com inúmeras verdades.

Uma vida de verdades com mentiras, logicamente é a nossa que vivemos hoje, infelizmente. É o mundo real, com pessoas que mentem, porque, não são preparadas para a vida de verdades, e então se teletransportam pra sua vida de mentiras. 
Muitas vezes o indivíduo não sabe lidar com a verdade nua e crua, então opta por divagar uma verdade com termos e até mesmo fatos alterados (seria essa a mentirinha do bem?).

Uma vida de mentira com verdades, é daquele tipo que, o indivíduo se esforça para acreditar que é daquele jeito, e, logicamente, tudo o que ocorrerá nela, será somente o que ele quiser (daí o termo "vida de mentira com verdades).

Não se sabe ao certo quando você entra na vida de mentira com inúmeras verdades, mas, você saberá exatamente quando você entra na vida de verdade com inúmeras mentiras!
As verdades, na vida de mentira, nunca existiram! Elas surgem, realmente, na vida de verdade, quando são contadas com teu verdadeiro teor!

Essa é a pior parte: sair da vida de mentiras com verdades para a de verdade e descobrir as mentiras, pois, imagina que, você não percebeu que estava incluído em um tipo de vida, e se depara com a verdadeira vida, com inúmeras mentiras? Após esse tipo de experiência não sabemos ao certo como a pessoa reagirá aos verdadeiros fatos, pois, deste momento em diante, ele terá sempre a incerteza de seu verdadeiro teor.

É isso.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Ode ao Passado

O ser pensante é de longe o mais incrível.
Já parou pra pensar nisso?
Sentimos coisas, pensamos coisas, falamos coisas e realizamos coisas.
Nem sempre são as melhores coisas para se sentir/pensar/falar/realizar, mas, que somos incríveis, isso não há como descordar.

Há várias maneiras de se demonstrar essas quatro ações do ser pensante, mas, irei tipificar três delas, que, ao meu ponto de vista, são o senso mais próximo daquilo que todos (ou só uma pessoa) pode sentir/pensar/falar/realizar: simples, mediana e extrema.

O cara que escolhe sentir/pensar/falar/realizar de maneira simples é, indubitavelmente o mais tranquilo de todos. Não sente dificuldades, não há problemas. Esse cara não mede esforços pra absolutamente nada. É bem 'na sua'. O que estiver pensando ele procurará uma maneira de falar e vai encontrar as melhores palavras pra que isso aconteça. E, independente do que estiver sentindo, ele procurará meios para realizar suas ações, ignorando as dificuldades do dia a dia.
Dependendo do ser, ele mal sabe como administrar o sentir/pensar/falar/realizar desta maneira, porque, como tudo é muito "simples", então não teve um processo de doutrinamento para tal, e, acaba por fim, 'fazendo merda' do tipo: Escrevendo coisas que futuramente vá se arrepender; ou, fazer (realizar) uma determinada ação que, cause um determinado dano, e, o pior de todos é o falar coisas que pensa sem se dar conta que aquilo pode magoar alguém.

O cara que escolhe sentir/pensar/falar/realizar de maneira mediana é, vez ou outra, alterado ou tranquilo. Nos assuntos que domina, para sentir/pensar/falar/realizar é uma perfeição. A tranquilidade impera em suas ações. Já nos que não tem conhecimento, para sentir/pensar/falar/realizar sente um pouco de dificuldade pois, ele fica alterado, mas, não ao ponto de não querer fazer nada, ou fazer sem ao menos pensar. Ele reflete para chegar numa solução viável e consegue alcançar esse objetivo. É, dos três, digamos assim, o mais sensato, mas, não quer dizer que o cara mediano não erra no quesito sentir/pensar/falar/realizar, pelo contrário. Afinal, ele é um ser pensante, e não um ser divino, todos estão aqui para aprender com seus erros e acertos.

E, por fim, temos o cara que sente/pensa/fala/realiza de maneira extrema. Pra ele, nada é fácil. Cada detalhe de sentir/pensar/falar/realizar deve ser analisado com frieza e muita paciência. Mas, também comete erros, claro, pois, às vezes por pensar demais, acaba por perder uma oportunidade de emprego, por exemplo, ou, por não expressar sua opinião, deixa de aprender algo realmente importante.

Em suma, não existe um modelo determinado de "ser pensante" a ser seguido. Eu entendo que, independente da maneira como você sentir/pensar/falar/realizar tem de ser do teu jeito, não importando ser errado ou certo para a Societas. Afinal, o que é certo ou errado para sociedade? Eu posso estar sendo errada em expressar tudo isso, ou por ter aberto um blog para expressar tudo o que penso, mas, refleti bem, e decidi que, para doutrinar mais o meu sentir/pensar/falar/realizar um blog ajudaria bastante, e, eu não estava errada, mas, poderia estar.

Por fim, é isso.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Amare

Como passar por essa experiência terrena, e não desfrutar de tal sentimento? O amor, que muitos dizem entender e até outros que argumentam sobre sua existência, é de longe, o sentimento mais incompreendido.
Tenho em mente há algum tempo que, as pessoas, com medo de tamanha complexidade desse sentimento, têm medo de se arriscar. Imagina que loucura seria se todos amassem? Não é algo tão simples de se fazer acontecer, mas também, não é algo impossível.
Existem vários tipos de amor, porém irei tipificar somente 4: incondicional, sadio, doentio e o falso amar.

O amor incondicional é aquele que sentimos por um parente próximo.
Mentira. 

Amar incondicionalmente é saber dos defeitos e qualidades daquela pessoa, e ainda sim, ter a certeza de que, aquilo é que a faz ser especial dessa maneira, e que mesmo assim, você a visita constantemente, pois, sem o amor dela, é como se faltasse algo insubstituível em sua vida, como por exemplo, a reciprocidade do amar entre mãe&filho. Há casos de casais que superaram todos os defeitos e desfrutam desse amor incondicional, pois, pra quem um dia já pode desfrutar ou está desfrutando, sabe que o amar é uma interminável festa e não gostaria nunca de ter que sair dela.

Por acreditar nessa interminável festa, amantes vivem o tal do amor sadio. É agregado valores, visões e planejamento para o futuro, sempre respeitando a opinião do parceiro, conversando para entrar em um acordo mais justo para ambos . . Vez ou outra terá uma briga, mas, como muitos dizem "para aumentar o amor". E estes são imensamente felizes, com certeza.

Entre os diversos momentos que um casal pode passar, há sempre aqueles que, por determinadas razões, caem no amor doentio. Elas ficam cegas de amor, e são capazes de errar jurando estar fazendo por amor.

E temos este. justo esse que não é aconselhável. O falso amar, é de longe, a pior tradução do amor. Não há muito o que dizer desse tipo de amar a não ser: hipócrita, egoísta, egocêntrico, deplorável. Quem pratica esse tipo de amor, não acredita no verdadeiro amor. Ela crê que todas as ladainhas trocadas entre os amantes, não passa de um lenga lenga pra esconder uma possível traição. Ela acredita que sendo fria, calculista e extremamente arrogante, está amando e sendo amada por suas reais ações. Mal sabe ela que, a pessoa se apega mais ainda por acreditar que um dia ela possa a vir mudar se receber um pouco mais de carinho, atenção, afeto, e, amor. Ela não muda. A pessoa se envolve com outra, acreditando amá-la, porém foi somente um "fogo de palha". Ela só se dará conta do tamanho do estrago quando o outro envolvido está realmente amando e demonstrando tal sentimento. Ela não vê sentido em continuar  com esse 'amor' e põe um fim nesta relação.


A tradução de cada um, aproxima-se uma da outra porque, cada um escolhe o estágio de amar que lhe convém. Você pode ir de amor sadio para o falso amar, ou o falso amar para o amar incondicionalmente. Vai depender de toda uma história, de escolhas bem pensadas (ou não) que vai lhe conduzir entre os estágios. Cabe a você o melhor a fazer.

(As informações divulgadas neste post são de inteira responsabilidade da autora.)