O ser pensante é de longe o mais incrível.
Já parou pra pensar nisso?
Sentimos coisas, pensamos coisas, falamos coisas e realizamos coisas.
Nem sempre são as melhores coisas para se sentir/pensar/falar/realizar, mas, que somos incríveis, isso não há como descordar.
Há várias maneiras de se demonstrar essas quatro ações do ser pensante, mas, irei tipificar três delas, que, ao meu ponto de vista, são o senso mais próximo daquilo que todos (ou só uma pessoa) pode sentir/pensar/falar/realizar: simples, mediana e extrema.
O cara que escolhe sentir/pensar/falar/realizar de maneira simples é, indubitavelmente o mais tranquilo de todos. Não sente dificuldades, não há problemas. Esse cara não mede esforços pra absolutamente nada. É bem 'na sua'. O que estiver pensando ele procurará uma maneira de falar e vai encontrar as melhores palavras pra que isso aconteça. E, independente do que estiver sentindo, ele procurará meios para realizar suas ações, ignorando as dificuldades do dia a dia.
Dependendo do ser, ele mal sabe como administrar o sentir/pensar/falar/realizar desta maneira, porque, como tudo é muito "simples", então não teve um processo de doutrinamento para tal, e, acaba por fim, 'fazendo merda' do tipo: Escrevendo coisas que futuramente vá se arrepender; ou, fazer (realizar) uma determinada ação que, cause um determinado dano, e, o pior de todos é o falar coisas que pensa sem se dar conta que aquilo pode magoar alguém.
O cara que escolhe sentir/pensar/falar/realizar de maneira mediana é, vez ou outra, alterado ou tranquilo. Nos assuntos que domina, para sentir/pensar/falar/realizar é uma perfeição. A tranquilidade impera em suas ações. Já nos que não tem conhecimento, para sentir/pensar/falar/realizar sente um pouco de dificuldade pois, ele fica alterado, mas, não ao ponto de não querer fazer nada, ou fazer sem ao menos pensar. Ele reflete para chegar numa solução viável e consegue alcançar esse objetivo. É, dos três, digamos assim, o mais sensato, mas, não quer dizer que o cara mediano não erra no quesito sentir/pensar/falar/realizar, pelo contrário. Afinal, ele é um ser pensante, e não um ser divino, todos estão aqui para aprender com seus erros e acertos.
E, por fim, temos o cara que sente/pensa/fala/realiza de maneira extrema. Pra ele, nada é fácil. Cada detalhe de sentir/pensar/falar/realizar deve ser analisado com frieza e muita paciência. Mas, também comete erros, claro, pois, às vezes por pensar demais, acaba por perder uma oportunidade de emprego, por exemplo, ou, por não expressar sua opinião, deixa de aprender algo realmente importante.
Em suma, não existe um modelo determinado de "ser pensante" a ser seguido. Eu entendo que, independente da maneira como você sentir/pensar/falar/realizar tem de ser do teu jeito, não importando ser errado ou certo para a Societas. Afinal, o que é certo ou errado para sociedade? Eu posso estar sendo errada em expressar tudo isso, ou por ter aberto um blog para expressar tudo o que penso, mas, refleti bem, e decidi que, para doutrinar mais o meu sentir/pensar/falar/realizar um blog ajudaria bastante, e, eu não estava errada, mas, poderia estar.
Por fim, é isso.
Já parou pra pensar nisso?
Sentimos coisas, pensamos coisas, falamos coisas e realizamos coisas.
Nem sempre são as melhores coisas para se sentir/pensar/falar/realizar, mas, que somos incríveis, isso não há como descordar.
Há várias maneiras de se demonstrar essas quatro ações do ser pensante, mas, irei tipificar três delas, que, ao meu ponto de vista, são o senso mais próximo daquilo que todos (ou só uma pessoa) pode sentir/pensar/falar/realizar: simples, mediana e extrema.
O cara que escolhe sentir/pensar/falar/realizar de maneira simples é, indubitavelmente o mais tranquilo de todos. Não sente dificuldades, não há problemas. Esse cara não mede esforços pra absolutamente nada. É bem 'na sua'. O que estiver pensando ele procurará uma maneira de falar e vai encontrar as melhores palavras pra que isso aconteça. E, independente do que estiver sentindo, ele procurará meios para realizar suas ações, ignorando as dificuldades do dia a dia.
Dependendo do ser, ele mal sabe como administrar o sentir/pensar/falar/realizar desta maneira, porque, como tudo é muito "simples", então não teve um processo de doutrinamento para tal, e, acaba por fim, 'fazendo merda' do tipo: Escrevendo coisas que futuramente vá se arrepender; ou, fazer (realizar) uma determinada ação que, cause um determinado dano, e, o pior de todos é o falar coisas que pensa sem se dar conta que aquilo pode magoar alguém.
O cara que escolhe sentir/pensar/falar/realizar de maneira mediana é, vez ou outra, alterado ou tranquilo. Nos assuntos que domina, para sentir/pensar/falar/realizar é uma perfeição. A tranquilidade impera em suas ações. Já nos que não tem conhecimento, para sentir/pensar/falar/realizar sente um pouco de dificuldade pois, ele fica alterado, mas, não ao ponto de não querer fazer nada, ou fazer sem ao menos pensar. Ele reflete para chegar numa solução viável e consegue alcançar esse objetivo. É, dos três, digamos assim, o mais sensato, mas, não quer dizer que o cara mediano não erra no quesito sentir/pensar/falar/realizar, pelo contrário. Afinal, ele é um ser pensante, e não um ser divino, todos estão aqui para aprender com seus erros e acertos.
E, por fim, temos o cara que sente/pensa/fala/realiza de maneira extrema. Pra ele, nada é fácil. Cada detalhe de sentir/pensar/falar/realizar deve ser analisado com frieza e muita paciência. Mas, também comete erros, claro, pois, às vezes por pensar demais, acaba por perder uma oportunidade de emprego, por exemplo, ou, por não expressar sua opinião, deixa de aprender algo realmente importante.
Em suma, não existe um modelo determinado de "ser pensante" a ser seguido. Eu entendo que, independente da maneira como você sentir/pensar/falar/realizar tem de ser do teu jeito, não importando ser errado ou certo para a Societas. Afinal, o que é certo ou errado para sociedade? Eu posso estar sendo errada em expressar tudo isso, ou por ter aberto um blog para expressar tudo o que penso, mas, refleti bem, e decidi que, para doutrinar mais o meu sentir/pensar/falar/realizar um blog ajudaria bastante, e, eu não estava errada, mas, poderia estar.
Por fim, é isso.