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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Quarta-feira da deprê

"Pessoas inteligentes falam sobre ideias. Pessoas comuns falam sobre coisas, e, pessoas medíocres falam sobre pessoas."

Por um mundo onde as pessoas medíocres busquem a saída desse umbral e se tornem pessoas inteligentes.

Por um mundo onde, todos tenham a coragem de dizer o que pensam. E que saibam dizer o que pensam.

Por um mundo onde, não obstante de tanta mudança, não perca a sua essência de 'mundo doido'.

Acho que aí é já pedir demais né? Pessoas medíocres quase que não enxergam um palmo a sua frente sem ao menos querer/pensar/falar algo que possa vir a lhe prejudicar.

R.I.P. sociedade civil.  

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Castigo de Kratos

"SENTA QUE LÁ VEM A HISTÓRIA"

Kratos (Kratos com "K", pois é um personagem criado especialmente para o jogo, existe a história de Cratos, totalmente diferente do que foi contado nos jogos e livros) era o melhor guerreiro espartano. Como todo bom espartano não perdia uma boa batalha. Amava sua mulher e sua filha. Um dia, deparando-se com um inimigo à sua altura, e, vendo seus homens serem trucidados, ele rogou à Ares dizendo que se ele vencesse esta batalha dedicaria sua vida a ele. Não deu outra. Ares surgiu com toda sua "endeuzidade" e acabou com o inimigo (quiça lembro o nome), e, em seguida, o presenteou com as Lâminas do Caos (tais lâminas eram conexas aos seus ossos, assim, a cada novo inimigo morto, ele poderia sugar sua vitalidade, tornando-se assim, invencível). A partir daquele momento, Kratos era o 'soldado' (prefiro o termo "escravo") de Ares. Mas algo ainda o impedia de dedicar-se 100% à sua promessa: sua família. Um dia, ao destruir a Cidade de Athenas (porque, boatos que lá atentavam contra Ares) uma velha feiticeira o avisou que, se ele entrasse no templo de Athena ele se arrependeria extremamente. Não dando ouvidos à ela, ele entrou e acabou com todas as pessoas que lá se encontravam.... INCLUSIVE SUA PRECIOSA FAMÍLIA! Mas como? Tudo obra de Ares, claro. Por seu pecado, a feiticeira o condenou a conviver com as cinzas de sua mulher&filha para nunca mais esquecer de seu ato (a história da tatuagem fica para uma outra postagem). Desde esse dia (e por longos 10 anos) Kratos tentou de alguma forma destruir Ares por conta disso. Ele conseguiu, depois de muita labuta. Fim do primeiro livro.


Lembrei dessa história hoje. Do quão extravagante chega a ser o ser humano por querer atingir seus objetivos. Lembrei muito da história de Kratos, e como poucos são como ele. Não no instinto assassino de ser, mas, na essência, de não render-se aos feitiços da facilidade e nem as estratégias da vigarice.

Se ao menos essas pessoas pudessem de alguma forma dedicar uns minutos para conhecer a história e absorver todo o aprendizado (nem tudo é por dinheiro e para o dinheiro (no caso de Kratos, nem tudo é só guerra)), com certeza eu não me desgastaria escrevendo este texto.

Desgaste nenhum, aliás. Escrever é a melhor maneira de desabafar, e aqui desabafo com vocês.


O post de hoje é inteiramente dedicado ao intelecto da inconexidade.